A Rede record lidera com Rei Davi


A Rede Record trata com grandiosidade o tema religioso em "Rei

 Davi", minissérie gravada em cinco cidades cenográficas com 

investimento de R$ 25 milhões

Michel Alecrim
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Trata-se de uma regra que a atual safra de séries históricas para a tevê respeita como os fiéis reverenciam as tábuas da lei: temas bíblicos devem ser tratados com grandiosidade. A Rede Record investiu alto e colhe expressivos índices de audiência com a minissérie “Rei Davi”, exibida às terças e quintas-feiras, às 23h: o segundo capítulo da atração, que foi ao ar na semana passada, liderou o Ibope do horário com picos de 17 pontos. A superprodução narra a saga do rei de Israel e investiu na riqueza de cenários, figurinos e em boas interpretações para chegar a um padrão de imagem que remete a seriados como “Roma” e “Game of Thrones”. “Essa boa audiência é resultado de um extremo cuidado em relação a todos os detalhes que envolvem a produção. 

O gênero épico põe à nossa disposição histórias excepcionais”, diz o diretor Edson Spinello. Gravada em sua maior parte nos estúdios da emissora no Rio de Janeiro, a série mobilizou a construção de cinco cidades cenográficas. Só a Jerusalém dos tempos antigos ocupa três mil metros quadrados. 

A produção, de R$ 25 milhões, contou também com externas gravadas em diversas cidades fluminenses, na mineira Diamantina e até no Canadá — onde foi filmada a cena em que o jovem Davi, vivido por Leandro Léo, salva uma ovelha das garras de um urso gigante. É difícil desgrudar o olho da tela nesse trecho do primeiro episódio. A partir do terceiro capítulo, o protagonista passa a ser interpretado por Leonardo Brício, que afirma nunca ter participado de uma produção tão gigantesca. “As filmagens foram uma verdadeira saga. Mas deu tudo certo graças ao envolvimento e à entrega de todos”, afirma o ator, que passou por um intenso treinamento para encarar as cenas de combate.

Além dos cenários naturais e construídos em estúdio, a riqueza dos figurinos ajuda a recriar o ambiente do século II a.C. A responsável pela concepção das roupas e joias, Carol Li, reconhece que nem tudo é uma reprodução fiel de época. Ao estilo dos hebreus, foram adicionadas cores e bordados. “Os tecidos ou modelos utilizados são inspirados nas vestimentas da época. Mas foi preciso glamourizar um pouco para ficar mais parecido com o imaginário do público”, diz Carol, que criou mais de três mil peças de roupas. Com todo esse luxo e cuidado visual, a série de 29 capítulos consolida um padrão de qualidade ao abordar temas bíblicos.  
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fonte :isto é independente.

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