23 fevereiro 2012

O pastor evangélico Yusef Nadarjani,foi condenado a morte.



O pastor evangélico Yusef Nadarjani,  foi preso em 2009,por que não quis que os filhos estudassem o livro sagrado dos muçulmanos ele se tornou cristão aos 19 anos de idade 3 anos depois já pastor evangélico fundou uma pequena igreja na cidade de Rasht a noroeste de Teerã nessa semana ele recebeu a condenação máxima morte por enforcamento.
Por tres vezes o pastor recebeu a proposta de abandonar o Cristianismo e voltar para o ISLÃ em troca da suspenção da pena de morte ,Yusef Nadarjan não aceitou ,segundo os EUA,um grupo que defende a liberdade religiosa nos estados unidos,e acompanha o caso afirmou que a ordem foi dada e não sabemos se ele ainda está vivo .    

entenda o caso
 Acusado de apostasia  --abandono do culto religioso-- por ter deixado o islamismo , se negou pela terceira vez nesta quarta-feira a aceitar o Islã perante uma audiência na cidade de Rasht, capital da província de Gilan, no Irã.
Com a recusa, o pastor de 34 anos poderá ser condenado à morte de acordo com a legislação religiosa do Irã.
"Perguntaram pela terceira e última vez se ele está arrependido de ter abandonado o Islã e ele respondeu que não, pois, antes de se converter ao cristianismo, não tinha fé", disse o advogado de defesa, Mohamad Ali Dadjah, que acrescentou estar convencido de que seu cliente será absolvido.
Dadjah ressaltou que, durante a audiência, fez alusão aos tratados internacionais dos quais o Irã é signatário e, portanto, obrigado a respeitar e aplicar a liberdade religiosa.
O advogado também citou aos juízes estudiosos do islamismo que afirmam que abandonar a religião muçulmana não é motivo para ser aplicada a pena de morte, ainda que a lei iraniana a contemple.
Para Dadjah, os tribunais iranianos "não estão em posição de executar" a pena de morte nesse caso, como prevê a Sharia (lei islâmica). De acordo com essa lei, cabe a pena de morte aos muçulmanos que tiverem abandonado a fé islâmica e não tenham se arrependido, após serem questionados por três vezes sobre o arrependimento.
Na terça-feira (27), Dadjah disse que, caso o pastor seja condenado, ele vai recorrer novamente ao Tribunal Supremo do Irã. Em 5 de julho, o Tribunal Supremo anulou a pena de morte e devolveu o caso à Audiência Provincial de Gilan.
Se a pena for confirmada e o Tribunal Supremo não aceitar o recurso, Nadarjani ficará à disposição do departamento que se encarrega das condenações no sistema judiciários iraniano.
Nadarjani, que segundo a lei iraniana é originalmente muçulmano por ser filho de muçulmanos, se converteu ao cristianismo aos 19 anos e atualmente é pastor de um grupo evangélico. Ele foi detido em outubro de 2009 e processado por apostasia --abandono do culto religioso.

Poucos dias depois que o Irã libertou dois norte-americanos acusados de espionagem no país, um tribunal iraniano confirmou a acusação de apostasia contra o pastor Yousef Nadarkhani e sentenciou à morte.
O tribunal da província de Gilan determinou que o pastor Nadarkhani devia negar sua fé em Jesus Cristo, pois ele vem de uma família de ascendência islâmica. O Supremo Tribunal do Irã disse anteriormente que não deveriam determinar se o pastor Yousef tinha sido muçulmano ou não em sua conversão.
No entanto, os juízes exigiram que ele se retratasse de sua fé em Cristo antes mesmo de terem provas contra ele. Os juízes afirmaram que,  embora o julgamento vá contra as atuais leis iranianas e internacionais, eles precisam manter a decisão do Tribunal Supremo em Qom.
Quando pediram a ele para que se “arrependesse” diante dos juízes, Yousef disse: “Arrependimento significar voltar. Eu devo voltar para o quê? Para a blasfêmia que vivia antes de conhecer a Cristo?” Os juízes responderam: “você deve voltar para a religião dos seus antepassados, deve voltar ao Islã”. Yousef ouviu e respondeu: “Eu não posso fazer isso.”
Família
O pastor Yousef conseguiu ver seus filhos pela primeira vez desde março. Ele estava de bom humor e falava de sua enorme vontade de servir a Igreja depois que fosse libertado da prisão.
O pastor Yousef enfrentou duas audiências adicionais na terça (27/09) e quarta (28/09),  com o propósito principal de o fazerem negar sua fé cristã. Os advogados do pastor Yousef tentarão apelar para que revejam a sentença, mas se o tribunal agir segundo sua própria interpretação da Sharia (lei islâmica), Yousef pode ser executado a qualquer momento.
Tecnicamente, não há mais direitos para recursos e sob a interpretação da lei da Sharia, o pastor Yousef tinha direito a três chances de se retratar. Amanhã será sua última chance de se retratar. Depois, ele poderá ser executado a qualquer momento.
A Missão Portas Abertas convoca: oremos pelo pastor Yousef Nadarkhani, para que Deus o proteja e o livre da sentença de morte possa ser liberto da prisão. Envolva mais pessoas para, juntos, intercedermos pelo nosso irmão.
EUA exigem que Irã liberte o pastor
Os Estados Unidos declararam nesta quinta-feira que o Irã mostrará total desprezo pela liberdade religiosa se suas autoridades executarem o pastor Youssef Nadarkhan, impondo que ele negue sua fé em Jesus Cristo e se converta ao Islã.
“Os Estados Unidos condenam a pena de morte imposta ao pastor Youssef Nadarkhani. A execução da pena capital constituirá uma nova prova do desprezo das autoridades iranianas pela liberdade de culto”, afirmou o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, em um comunicado. “O pastor Nadarkhani não fez nada além de manter sua fé devota, que é um direito universal de todas as pessoas”.
“A tentativa das autoridades iranianas de forçá-lo a renunciar a sua fé viola os valores religiosos que elas alegam defender, atravessa todos os limites da decência e viola as próprias obrigações internacionais do Irã”, declarou Carney. “Nós convocamos as autoridades iranianas a libertar o pastor Nadarkhani e a demonstrar compromisso com os Direitos Humanos básicos e universais, incluindo a liberdade de religião”.

Defesa diz que Irã tem enganado a mídia em caso de pastor

Youssef Nadarkhani reafirmou sua fé em Jesus Cristo
Defesa diz que Irã tem enganado a mídia em caso de pastor
Um ministério de missões que tem acompanhado de perto o caso do pastor cristão iraniano Youssef Nadarkhani, diz que o governo do Irã está tentando confundir e enganar a mídia ocidental com relatos conflitantes.
A agência de notícias Fars, porta-voz oficial do governo iraniano, informou que o pastor Youssef Nadarkhani não está no corredor da morte por apostasia, mas por crimes contra a segurança nacional. Os crimes incluem estupro e extorsão.
As reivindicações foram feitas à Fars por Gholomali Rezvani, vice-governador da província do Irã Gilan. Os Ministérios Present Truth chamaram o relatório de “perplexo e desonesto”.
“Nós temos o veredito original escrito tanto pelo Tribunal provincial em Gilan como do ramo da Suprema Corte em Qom que detalha a apostasia”, escreveu o ministério em seu site sexta-feira.
Nadarkhani foi preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo de forçar todas as crianças, incluindo seus próprios filhos cristãos, de lerem o Alcorão.
Ele foi inicialmente acusado por protestar, mas as acusações foram posteriormente alteradas para a apostasia e evangelismo aos muçulmanos. Em 2010, ele foi condenado à morte e a sentença foi confirmada pela Suprema Corte do Irã este ano.
Esta semana, o pastor cristão recebeu a chance de retratar de sua fé em tribunal, mas ele se recusou a fazê-lo e agora aguarda um veredito final, por escrito, o que é esperado em uma questão de dias.
Seu advogado, Mohammad Ali Dadkhah, foi surpreendido pelo novo relatório da Fars, e afirmou que ele só defendeu Nadarkhani contra a sentença de morte no caso de sua acusação de apostasia.
“Se ele está sob julgamento em outro tribunal por outras acusações, eu não estou ciente”, disse o advogado da Campanha Internacional para os Direitos Humanos no Irã. “A acusação que o pessoal do tribunal anunciou que eu defendi durante várias sessões diferentes do tribunal foi de apostasia e nenhum outro encargo”.
A Fars relatou Rezvani como dizendo na sexta-feira, “O tema do crime e essa sentença de morte do indivíduo não são crenças baseadas e relacionadas à sua religião. Ninguém é executado em nosso regime pela escolha de uma religião, mas ele é um sionista que tem crimes contra a segurança. Neste momento, conduzir a sentença não é uma questão definitiva”.
Enquanto Fars acusou a mídia ocidental de produzir relatórios falsos sobre Nadarkhani, o advogado do pastor sublinhou que só esta semana “a acusação de que o tribunal informou-o foi sobre sua apostasia”, conforme foi relatado por Campanha Internacional para os Direitos Humanos no Irã.
O Irã está listado como o segundo pior perseguidor de cristãos no mundo, atrás de Coreia do Norte, pelo Portas Abertas, um ministério que apoia cristãos perseguidos. O ministério informou no mês passado que o governo iraniano está a intensificar a vigilância sobre os cristãos e fazer seu melhor para silenciar o movimento crescente da igreja domiciliar lá.
Nadarkhani atuou como líder de um movimento da igreja domiciliares de 400 pessoas em Rasht.
Parlamentares dos EUA e líderes cristãos condenaram o governo iraniano por recusar o direito básico do pastor à liberdade religiosa e pediram sua libertação.
Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, afirmou na sexta-feira, “é incompreensível para a maioria das pessoas pensar que uma pessoa no século 21 possa ser condenado à morte simplesmente defendendo uma fé que difere da de poderes dominantes de sua nação”.
Graham teve palavras duras para a comunidade internacional e seu silêncio.
“Um homem é condenado a ser morto pelo ‘crime’ de uma crença sincera em Jesus Cristo – uma sentença em clara violação do direito internacional. Então, onde está a indignação internacional?” ele colocou.
“Nós, como cidadãos dos EUA, devemos nos juntar à nossa voz para continuar a pressionar os líderes mundiais a tomar medidas. A vida do Pastor Nadarkhani está pendurada na balança”.
A Associação Nacional de Evangélicos também divulgou um comunicado, chamando a ameaça de execução do Irã ao Pastor Nadarkhani de “perseguição religiosa no seu pior”.

Mobilização no Brasil

No último dia 29/09, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) expôs no plenário do Senado Federal o caso do pastor iraniano Yousef Nadarkhani, que corre risco de execução por ter se convertido ao cristianismo. Neste mesmo dia, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), senador Paulo Paim (PT-RS), se comprometeu a pedir que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), enviasse uma carta à Embaixada do Irã em apoio ao pastor.

Por esse motivo, a Portas Abertas convoca todos a encaminhar a carta proposta (faça o download do modelo aqui) ao presidente do Senado solicitando que ele envie em caráter de urgência este apoio oficial do Senado Brasileiro à vida do pastor Yousef ao governo do Irã.

Líder Supremo do Irã é chamado para analisar caso de pastor Yousef

Enquanto o mundo aguarda a resposta final sobbre o caso de Yousef Nadarkhani, o Líder Supremo do Irã, Ali Khamenei, foi chamado para dar sua opinião sobre a possível sentença de morte para o pastor
O possível enforcamento do pastor Yousef Nadarkhani, que está enfrentando a sentença de execução por se recusar a negar a sua fé em Jesus, atingiu os mais altos níveis do governo iraniano, pois o Líder Supremo, Ali Khamenei foi chamado para dar sua opinião sobre a possível sentença de morte para o pastor.
Mohammad Dadkah, advogado de Yousef, disse à CNN que Nadarkhani ainda está vivo e que o tribunal pediu que o maior líder religioso do Irã entrasse no debate. Embora Khamenei tenha a autoridade final em assuntos no Irã, tal movimentação é incomum para um caso que deveria ter sido decidido na segunda-feira (10/10).
Nadarkhani, líder de uma das maiores redes de igrejas domésticas do Irã, foi condenado por apostasia em novembro de 2010, uma acusação que ele pediu para ser revista pela Suprema Corte do país. Em julgamentos no mês passado, Nadarkhani se recusou a negar suas crenças em Jesus.
Após alguns julgamentos, o pastor Yousef foi acusado de ser sionista e ser uma ameaça para a segurança nacional. Mas o Supremo Tribunal do Irã apenas consta como acusação o crime de apostasia contra o pastor.
O caso atraiu atenção internacional, com governos de todo o mundo, incluindo Estados Unidos, Inglaterra e França emitindo declarações de preocupação quanto ao destino do pastor.
“Nadarkhani tem feito nada mais do que manter sua fé devota naquilo que acredita, o que é um direito universal para todos”, disse um porta-voz da Casa Branca. “As autoridades iranianas estão tentando forçá-lo a renunciar sua fé, o que viola os valores religiosos que eles alegam defender.”

Parlamentares pedirão clemência para o Pr. Nadarkahni

Parlamentares cristãos serão recebidos pelo embaixador da Assessoria Especial de Assuntos Federativos e Parlamentares do Irã para falar sobre o caso do pastor Yousef Nadarkahni e pedir clemência para que ele não seja condenado à morte.
Depois de assinarem a moção 3439/2011 que manifesta apoio ao pastor Nadarkahni, alguns parlamentares evangélicos vão se reunir com o embaixador Sérgio França Danese, do Ministério de Relações Exteriores, nesta terça-feira, dia 25.
Na semana passada, alguns deputados estiveram reunidos com o embaixador, entre eles estavam Marcelo Aguiar e Marco Feliciano para tentar impedir através de um diálogo que o pastor Nadarkahni, que está preso desde 2009 por ser cristão, não fosse condenado à morte.
Após esse encontro, os Parlamentares das Frentes Evangélicas e da Família resolveram emitir um novo documento que será enviado para a Embaixada do Irã e encaminhado ao Parlamento iraniano, mencionando as preocupações com a garantia dos Direitos Humanos e da liberdade religiosa e pedindo clemência para o pastor Yousef.
“Nossa preocupação é com a garantia da vida do pastor, que não fez nada além de manifestar sua fé em Cristo. Vamos lutar por isso”, disse Marcelo Aguiar, que vai pedir em audiência com o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, que a moção seja apreciada em plenário.

Pastor Nadarkhani está livre da sentença de morte

Apesar da Embaixada do Irã ter anunciado que ele está livre da pena de morte, o seu futuro é incerto.
O caso do pastor Yousef Nadarkhani, 34 anos, foi levado à Assembleia Geral de Assuntos Sociais da ONU. Ele foi condenado a pena de morte pelo governo do Irã, em setembro deste ano, com a acusação de ter abandonado a religião islâmica. A acusação é devido a conversão de Yousef ao Cristianismo, quando ele tinha 19 anos de idade.
O representante do “Comitê de Assuntos Humanitários”, Ahmed Shaheed, pediu ao Governo do Irã que libertasse o pastor: “Estamos particularmente perturbados por uma recente decisão do Supremo Tribunal (do Irã) de ter sustentado uma sentença de morte para Yousef Nadarkhani, um pastor protestante que supostamente nasceu de pais muçulmanos, mas se converteu”. O pastor foi detido em 2009, quando tentava registrar a sua igreja na cidade. A Embaixada do Irã no Brasil informou que o pastor Yousef Nadarkhani está livre da sentença de morte, mas continua preso.
Sua primeira condenação à morte aconteceu em 2010, mas a Suprema Corte do Irã interveio e conseguiu adiar a sentença. Ao ser revisto, o processo resultou na mesma condenação ao fim do sexto dia de audiência. O pastor pode ser solto caso se converta, mas ele se recusa a negar a sua fé.
Apesar da Embaixada do Irã ter anunciado que ele está livre da pena de morte, o seu futuro é incerto. O Centro Americano de Lei e Justiça, ACLJ, informou recentemente que o Serviço Secreto do Irã estaria oferecendo livros e folhetos muçulmanos ao pastor, mas suspeita-se que a intenção não seja apenas de tentar convertê-lo, mas de fazer com que ele ofenda o Islamismo, para ter provas de que ele desrespeitou a religião oficial do país e executar a pena de morte.
Outro caso de cristão executado por questões religiosas no Irã que teve repercussão mundial foi o do pastor da Assembleia de Deus, Hossein Soodmand, em 1990. O informativo de 2010 de Liberdade Religiosa no Mundo afirma que cerca de 350 milhões de cristãos sofrem perseguição ou discriminação, e 200 milhões destes correm risco de morte.

2 comentários:

patricia disse...

SABEMOS QUE A MORTE DE JESUS NÃO FOI EM VÃO, INFELIZMENTE MUITOS NÃO RECONHECE: A Bíblia diz em Romanos 8:38-39 “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem principados, nem coisas presentes, nem futuras, nem potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”

Pr. joão Luis Paim disse...

Se vc queima um alcorão já é motivo de guerra imagina matar assassinar um muçulmano, porque ele se tornou tal ? digo isso ao inverso pois , poderíamos pois se eles tem esse direito, mas como nós pregamos o amor não perseguimos , e outra Jesus é quem liberta isso eles nunca vão entender.Mas podem caso venha aceitar a Cristo Jesus como seu salvador .