31 janeiro 2011

Lutador da UFC Vitor Belfort Encontra Deus Através da Dor | Christianpost.com

Lutador do Ultimate Fighting Championship (Campeonato Combate Final-UFC), Vitor Belfort, compartilhou em um novo vídeo I Am Second que não foi dor física, mas o trauma emocional que o ajudou a encontrar Deus.

  • vitor-belfort-christian-post
    (Foto: I am Second via The Christian Post)
    lutador do Ultimate Fighting Championship Victor Belfort compartilhou em um novo vídeo I Am Second que não foi dor física, mas o trauma emocional que o ajudou a encontrar Deus.

O brasileiro Belfort, que está agendado para lutar com o atual titular Anderson Silva pelo cinturão de Campeão de Peso Médio do UFC em 05 de fevereiro, lembrou o ano que mudou sua vida para sempre no vídeo do ministério.

O campeão do UFC compartilhou que ele não se converteu a Deus, mesmo quando ele sofreu uma lesão no pescoço com a idade de 20 que ameaçou acabar com sua carreira. Mas foi a dor e a angústia de perder sua irmã que o levou a Cristo.

Em 2004, ele conquistou o título de Campeão Peso Médio Leve do UFC. Mas nesse mesmo ano, ele recebeu a notícia devastadora de que sua irmã foi raptada no Brasil depois que sua mãe a deixou no local de trabalho. A família nunca encontrou o corpo dela, mas ouviu histórias de que mais de 20 homens a estupraram e mataram na favela.

“Nós temos palavras para se você perdeu o seu marido, você é uma viúva, se você perdeu seu pai, você é um órfão, mas se você perdeu seu filho, eles não têm um nome para isso. Isso é muito doloroso que eles não têm um nome para isso," disse Belfort.

Em meio à raiva e amargura, pensamentos de vingança, o consumiu. Buscando uma maneira de amenizar sua dor, Belfort começou a orar. Foi através da oração que ele ouviu a voz de Deus: "Filho, não importa como você olha, como você pensa sobre sua vida, sua irmã me pertencia."

Foi nesse momento que Belfort disse que percebeu pela primeira vez a realidade de Deus.

"Acho que há duas maneiras de se chegar a Deus, pelo amor ou pela dor. A minha foi através da dor," afirmou Belfort.

Agora, seu coração está em paz e seu relacionamento com sua família e Deus é bom, compartilhou ele.

"Eu posso ver agora que através dessa tribulação, eu sou um novo homem. Eu sou um homem forte. Eu tenho amadurecido," disse Belfort. "Eu não sou perfeito. Eu ainda luto com muitas coisas, mas é um processo. Eu estou no meio do processo e a cada dia eu tento provar a mim mesmo para que eu possa lutar por esse processo, que nunca termina."

Belfort disse que ele é frequentemente questionado sobre como ele pode participar de um esporte tão violento e ainda servir a Deus. Sua resposta é que futebol americano e hóquei também são violentos.

"Todo mundo é um lutador," disse ele.

Belfort ganhou 19 de suas 27 lutas no UFC e foi classificado no top 10 nas divisões de peso pesado leve e peso médio.

O movimento I Am SeSecond (Eu Sou Segundo), fundado pelo Ministério e3 Partners, busca conectar aqueles que procuram as respostas para as questões da vida com os depoimentos da vida real de pessoas que encontraram respostas em Jesus Cristo. Pessoas que compartilham suas histórias através de vídeos talk abertamente sobre várias lutas, que vão desde toxicodependência, e como eles encontraram uma vida plena em Cristo.

Personagens que foram apresentados nos vídeos incluem o ex-membro da banda Korn Brian "Head" Welch, estrela de futebol americano da NFL, Bradie James, o ex-governador de Arkansas Mike Huckabee, vencedor do Grammy Michael W. Smith, músico e ex-treinador da NFL Tony Dungy.

Grupo: Esforço para Deportar ‘Filho do Hamas’ | Christianpost.com

Uma organização reformista da Igreja está pressionando Cristãos a tomarem ação em nome de Mosab Hassan Yousef, como o renegado filho do co-fundador do Hamas Sheik HassanYousef, que se prepara para encarar audiência de deportação no fim do mês.
  • Yosef
    (Foto: AP Balilty / Oded, File)
    Em 18 de novembro de 2004, Sheik Hassan Yousef, no centro, um alto líder do West Bank e porta-voz do grupo militante islâmico Hamas, é escoltado por soldados do exército israelense. O filho de um dos fundadores do Hamas, xeque Hassan Yousef serviu como informante para Israel por mais de uma década, fornecendo informações top-secret, informou o jornal israelense Haaretz quarta-feira 24, 2010 . O jovem Yousef convertido ao cristianismo enfrentará a sua audiência de deportação, no fim do mês junho de 2010.
“Incitamos todos a compartilhar a estória de Yousef sobre sua luta com o DHS (O Departamento Americanode Segurança do Território) do seu blog, para escrever para o advogado sênior do DHS em San Diego, Kerri Calcador, que é designado para deportá-lo, e paraentrar em contato com seus membros do Congresso sobre esta paródia,” declarou Faith J.H. McDonell, diretor do Programa de Liberdade Religiosa no Instituto na Religião e Democracia.
De acordoYousef, o DHS considera o solicitante de asilo de 32 anos, uma ameaça para a segurança nacional e alguém que deve ser deportado.
Em fevereiro de2009, o pedido de asilo de Yousef foi negado com a desculpa de o mesmo ser sido como potencialmente “um perigo para a segurança dos Estados Unidos” e ter tido “um passado em atividades terroristas”.
Enquanto Yousef admite abertamente o papel fundamental que desempenhou no grupo terrorista Hamas, ele conta sua conversão em seu livro recentemente lançado, o Filho do Hamas, que deve mostrar perfeitamente e claro que ele é agora um trunfo e não uma ameaça.
No livro, Yousef relata como veio a saber quem seus inimigos realmente eram após descobrir que o Hamas estava torturando seu próprio pessoal em uma busca sem descanso por colaboradores.
Depois de um encontro casual com um missionário britânico, em1999, Yousef começou a jornada de seis anos, que levaria a seu encontro com Jesus Cristo e sua partida, deixando família, amigos e pátria.
Durante esse tempo, Yousef também serviu como um espião para a agência de segurança israelense Shin Bet, passando todas as informações que ele havia reunido nos encontros terroristas com o então líder palestino Yasser Arafat, seu pai e outros líderes do Hamas.
“Eu ... salvei as vidas de muitas pessoas, inclusive Americanas”, uma preocupação óbvia de Yousef enfatizada no mês passado. “Talvez o departamento de Segurança tenha lido apenas alguns capítulos do meu livro.”
Depois de divulgar a notícia da situação de Yousef, McDonnell IRD seu grupo expressou preocupação sobre a irracionalidade do Departamento de Segurança Interna, bem como o perigo para a vida Yousef, se ele for deportado.
"Essa ameaça de expulsão, diz o quão pouco o governo dos Estados Unidos compreende o radical do Islã e o jihad no geral para impor o islamismo ao redor do mundo, contra quem Yousef testemunha," afirmou McDonnell.
Yousef tinha do mesmo modo ressaltado a falta de entendimento do Departamento de Segurança.
"Se o Departamento de Segurança Interna não pode dizer a diferença entre um terrorista e um homem que passou sua vida lutando contra o terrorismo, como eles podem proteger seu próprio povo?" pergunta.
"Talvez eles se sintam um pouco inseguros porque alguém vindo do lugar que eu venho e com a minha experiência e mudança em torno de sete meses, eles não tenham a menor idéia," acrescentou Yousef depois de dizer como ele chegou aos Estados Unidos, em janeiro de 2007, com um visto de turista e apareceu no escritório do Departamento de Segurança sete meses depois para dizer quem era.“Eu disse a eles, vocês não me descobriram. Vocês não me capturaram. Eu vim até vocês e disse quem eu etsou para alertá-los,” disse Yousef.
“Eu quis que eles vissem que tinham enormes lacunas na segurança deles e no entendimento sobre terrorismo e para que fizessem mudanças antes que fosse tarde demais,” acrescentou.
Programado para comparecer perante o juiz de Imigração Rico J.Bartolomei do Departamento de Segurança Nacional na Corte de Imigração de San Diego, em 30 de junho, Yousef incentiva partidários a escrever cartas para o advogado sênior Kerri Calcado da Segurança Interna - não apenas para escreverem seu nome, mas para ajudar o departamento fazer o que ele considera ser imperativo de mudanças.
Yousef também encorajou aqueles que moram nas proximidades de San Diego a irem à Audiencia e “Verem por si mesmos o Departamento de segurança em ação.”
IRD’s McDonnell, enquanto isso, está mobilizando os americanos a divulgarem o caso de Yousef, chamando-o "um dos nossos aliados" e"uma grande fonte de ajuda na compreensão do que nós enfrentamos no Islã radical."
“Não faz sentido que nós agora estejamos ameaçando-o como se fosse o inimigo,” declaram os líderes conservadores.
Atualmente, Yousef está morando em San Diego, onde trabalha como segurança em uma mercearia e freqüenta a Igreja batista que o conhece pelo seu nome em inglês - Joseph.
Yousef disse ao The Daily Telegraph que está convencido de que falar sobre os problemas do Islamismo e do "mal" que ele viu em casa vai ajudar a resolver a situação "confusa" no Oriente Médio e um dia trazer apaz que permitirá seu retorno.
Yousef foi deserdado por sua família depois que se tornou público que ele tinha servido como espião para a agência de segurança israelense Shin Bet, a versão israelense do FBI.


Pastores e Grupos LGBT Reagem às Declarações de Osteen sobre Pecado | Christianpost.com

As recentes declarações do popular pregador Joel Osteen afirmando que a homossexualidade é um pecado mereceu reações tanto da parte de grupos de defesa dos homossexuais como de evangélicos.

A Campanha de Direitos Humanos do grupo LGBT exigiu um pedido imediato de desculpas, argumentando que a declaração de Osteen "acrescenta um fardo àqueles que ainda lutam para aceitar sua orientação ou identidade sexual."

"Seria de esperar que o Sr. Osteen usasse o seu púlpito, com uma audiência de mais de 7 milhões de pessoas, para dizer a todos os seres humanos que eles são amados simplesmente como são," disse o Presidente da HRC Joe Solmonese. "Em vez disso, optou por enviar uma mensagem perigosa e irresponsável."

O líder evangélico R. Albert Mohler, Jr., que não concorda com a "versão atualizada da teologia da prosperidade" de Osteen, ficou agradado por ouvir o célebre pastor - que chega a 10 milhões de telespectadores em todo o país - afirmar os ensinamentos da Bíblia. Mas Mohler não chegou a elogiar Osteen.

"Felizmente, ele não negou que a homossexualidade é um pecado. Nós podíamos desejar que tivesse dado uma resposta mais ousada, seguida por uma igual confiança no poder do Evangelho de Jesus Cristo," disse Mohler, presidente do Seminário Teológico Batista do Sul em Louisville, Kentucky, num comentário quinta-feira.

Na quarta-feira, Osteen e sua esposa, Victoria, apareceram na CNN, onde foram entrevistados pelo seu mais recente âncora, Piers Morgan.

Apesar de ele já ter indicado a sua posição contra a homossexualidade anos antes, Osteen foi pressionado durante o programa a clarificar a sua posição.

"A homossexualidade é pecado?" perguntou Morgan.

"Sim, eu sempre acreditei nisso," afirmou o pastor da maior Igreja dos Estados Unidos, a Igreja Lakewood, em Houston, Texas. "A Escritura mostra que [a homossexualidade] é pecado."

"Eu digo que isso é errado, porque é isso que dizem as Escrituras," acrescentou Osteen, explicando que não pode pegar numa parte da Bíblia (que diz que Deus quer abençoá-lo) e rejeitar a outra parte da mesma (que afirma que a homossexualidade é um pecado). Ele também acrescentou que não é "um daqueles que persegue homossexuais e lhes diz que eles são pessoas muito más."

O Rev. Dr. Miguel de la Torre, um pastor batista e membro do Conselho Religioso da HRC, discordou.

"Enquanto batista do sul e eticista que sou, acredito que não podemos seguir o mandamento de Jesus de amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos se começarmos com a premissa de que a homossexualidade é pecado," argumenta Torre. "Partir da crença de que as pessoas são pecadoras, não nos permite conhecê-las, muito menos amá-las."

Um grupo de pastores da área de Houston, por sua vez, rejeitou os argumentos de que os comentários de Osteen eram odiosos.

"Nenhuma pessoa sensata pode acusar Joel de ser intolerante ou odioso, mas sim foi muito gracioso na forma como respondeu à questão," afirmou o Pastor Willie Davis, em nome do Houston Area Pastor Council.

Nenhum pastor deve fazer uma sondagem sobre a popularidade das suas convicções, se ele é fiel à pregação das Sagradas Escrituras, nem pode Joel, ou qualquer pastor, ser criticado ou condenado por simplesmente repetir o que o próprio Deus disse," prosseguiu ele. "Na verdade, Joel captou a essência do amor de Deus por também ter esclarecido que o estilo de vida homossexual é prejudicial àqueles que o praticam ou que têm outras relações sexuais extraconjugais.

"Se nos preocupamos com as pessoas, devemos ensinar a verdade que nos aponta para o melhor de Deus."

E esse momento de ensinar a verdade virá a todos os Cristãos, de acordo com Mohler, um batista do sul.

Embora Osteen tenha tentado evitar falar ou focar-se no pecado desde que assumiu o púlpito, em 1999, Mohler previu que chegaria o tempo em que ele haveria de enfrentar a questão do pecado.

"Para seu crédito, Osteen respondeu de fato à sua questão, e ao tomar a sua posição com base nos ensinamentos da Bíblia de que os atos homossexuais são pecado, ele tomou a única estrada disponível para qualquer um que tenha um compromisso substancial com a veracidade da Bíblia," disse Mohler.

30 janeiro 2011

Descriminalização do Aborto: 78 Deputados a Favor, 267 Contra | Christianpost.com

Levantamento feito pela mídia G1 sobre a descriminalização do aborto na opinião dos parlamentares encontrou que a maioria a rejeita que o aborto seja descriminalizado.

A pergunta “é favorável à descriminalização do aborto?” foi feita a 513 políticos, dos quais 414 responderam. Dentre eles 267disseram "não," 78, "sim," 37," em termos," e 32 não souberam responder, totalizando 414 dos 513 deputados que farão parte da nova legislatura, que se inicia na terça-feira, 1º de fevereiro.

O aborto foi um dos 13 temas polêmicos da qual abordou o levantamento que liberou os resultados neste sábado. Dos 513 futuros deputados, 446 foram entrados em contato e destes 414 responderam.

“Os 267 deputados que se declaram contra a descriminalização do aborto representam 52% dos 513 que comporão a Câmara e 64,4% dos 414 que responderam ao questionário,” informou o G1.

Segundo informações desde a década de 1990, mais de 50 projetos sobre o tema aborto foram apresentados na Câmara dos Deputados. A maior parte deles propondo mudanças em artigos do Código Penal, para abrandar ou aumentar penas a médicos e mulheres que praticam o aborto.

O aborto é um tema bastante controverso e ganhou atenção durante a campanha presidencial de 2010, na qual a então candidata Dilma Roussef ter sido acusada de defender a prática.

A atual presidente assinou carta em encontro com evangélicos no ano passado, comprometendo-se a não enviar ao Congresso projetos de lei que permitam a legalização do aborto e o casamento entre homossexuais.

Entretanto no início deste mês, a ministra da presidente declarou defender o aborto, levantando novamente as discussões.

“Não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter. Ninguém defende o aborto, é respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar.” Essa é a posição pessoal declarada pela atual deputada federal pelo PT do Espírito Santo e futura ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, 54.

Uma das vozes mais duras contra a posição do PT em relação ao aborto nas eleições de 2010, o pastor Paschoal Piragine Júnior, da Primeira Igreja Batista de Curitiba que busca maneiras de dar audiência à discussão sobre o aborto.

Descriminalização do Aborto: 78 Deputados a Favor, 267 Contra | Christianpost.com

Levantamento feito pela mídia G1 sobre a descriminalização do aborto na opinião dos parlamentares encontrou que a maioria a rejeita que o aborto seja descriminalizado.

A pergunta “é favorável à descriminalização do aborto?” foi feita a 513 políticos, dos quais 414 responderam. Dentre eles 267disseram "não," 78, "sim," 37," em termos," e 32 não souberam responder, totalizando 414 dos 513 deputados que farão parte da nova legislatura, que se inicia na terça-feira, 1º de fevereiro.

O aborto foi um dos 13 temas polêmicos da qual abordou o levantamento que liberou os resultados neste sábado. Dos 513 futuros deputados, 446 foram entrados em contato e destes 414 responderam.

“Os 267 deputados que se declaram contra a descriminalização do aborto representam 52% dos 513 que comporão a Câmara e 64,4% dos 414 que responderam ao questionário,” informou o G1.

Segundo informações desde a década de 1990, mais de 50 projetos sobre o tema aborto foram apresentados na Câmara dos Deputados. A maior parte deles propondo mudanças em artigos do Código Penal, para abrandar ou aumentar penas a médicos e mulheres que praticam o aborto.

O aborto é um tema bastante controverso e ganhou atenção durante a campanha presidencial de 2010, na qual a então candidata Dilma Roussef ter sido acusada de defender a prática.

A atual presidente assinou carta em encontro com evangélicos no ano passado, comprometendo-se a não enviar ao Congresso projetos de lei que permitam a legalização do aborto e o casamento entre homossexuais.

Entretanto no início deste mês, a ministra da presidente declarou defender o aborto, levantando novamente as discussões.

“Não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter. Ninguém defende o aborto, é respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar.” Essa é a posição pessoal declarada pela atual deputada federal pelo PT do Espírito Santo e futura ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, 54.

Uma das vozes mais duras contra a posição do PT em relação ao aborto nas eleições de 2010, o pastor Paschoal Piragine Júnior, da Primeira Igreja Batista de Curitiba que busca maneiras de dar audiência à discussão sobre o aborto.

Por que a América Latina virou? | Artigos | Beth-Shalom

Por que a América Latina virou?

Os israelenses podem ser desculpados por terem ficado surpresos quando o Brasil e a Argentina anunciaram inesperadamente o reconhecimento de um Estado palestino independente com sua capital na mesma cidade da capital de Israel. Os israelenses podem ser perdoados por serem apanhados de surpresa pela mudança desses países e também pela perspectiva de que o Uruguai, e talvez o Paraguai, o Chile, o Peru, o Equador e El Salvador seguirão os passos deles, porque a mídia israelense fracassou em relatar a respeito destas tendências na América Latina.

E isso não é nada surpreendente. A mídia falha em relatar sobre quase todas as tendências que estão causando impacto no mundo. Por exemplo, quando o governo turco enviou apoiadores do Hamas para desafiarem o bloqueio marítimo das FDI [Forças de Defesa de Israel] à costa marítima de Gaza, controlada pelo Hamas, a mídia foi surpreendida porque a Turquia, aliada de Israel, subitamente passou a ser aliada do Hamas e inimiga de Israel.

O fracasso da mídia em relatar a respeito da gradativa transformação da Turquia em um Estado supremacista islâmico fez com que a mídia tratasse o que era o clímax de uma tendência como se fosse algo novo e chocante.

O mesmo está acontecendo agora com a América Latina.

Enquanto que, com relação à Turquia, a mídia falhou apenas em relatar sobre o significado de uma tendência singular de islamização da sociedade turca, ela tem consistentemente ignorado a importância para Israel de três tendências que tornavam o apoio da América Latina aos palestinos contra Israel iminentemente previsível.

Hugo Chávez e Lula.

Essas tendências são a ascensão de Hugo Chávez, a influência regional da aliança Venezuela-Irã, e a covardia da política externa americana em relação à América Latina e ao Oriente Médio. Quando consideradas como um todo, elas explicam por que os países latino-americanos estão alinhados para apoiar os palestinos. Mais importante ainda é que elas nos dizem algo sobre como Israel deveria estar agindo.

Durante a última década, o ditador venezuelano Hugo Chávez herdou o manto de Fidel Castro como o cabeça do clube latino-americano anti-americanista. Ele tem usado a riqueza do petróleo da Venezuela, dinheiro de drogas e outras fortunas ilícitas para arrastar países vizinhos para dentro de sua órbita e para longe dos Estados Unidos. O círculo de influência de Chávez agora inclui Cuba e Nicarágua, Bolívia, Uruguai e Equador, bem como Brasil, Paraguai, Argentina e Peru. Democracias como a Colômbia e o Chile também já estão dando passos na direção anti-americanista de Chávez.

A escolha do Irã por parte de Chávez não é nenhuma casualidade, embora parecesse assim para alguns quando a aliança inicial surgiu por volta de 2004. As pegadas do Irã na América Latina vêm crescendo gradativamente. Tendo início nos anos 1980, o Irã começou a fazer da América Latina uma base avançada de operações contra os EUA e o Ocidente. Ele usou agentes do Hezb’allah (Partido de Alá) e da Guarda Revolucionária e outros recursos de inteligência e terrorismo ao longo de uma área praticamente desgovernada da tríplice fronteira entre a Argentina, o Brasil e o Paraguai. Essa base, por sua vez, capacitou o Irã a cometer os atentados contra alvos israelenses e judeus em Buenos Aires no início dos anos 1990.

A presenca do Irã no continente permitiu que ele tirasse vantagem da consolidação do poder de Chávez. Desde que subiu ao poder em 2005, o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad vem desenvolvendo alianças estratégicas com a Venezuela e com a Nicarágua.

Com a assistência de Chávez, Teerã está expandindo sua rede de alianças por toda a América Latina às custas dos EUA e de Israel.

À primeira vista, Chávez e Ahmadinejad são uma dupla estranha: um é marxista e o outro é jihadista-messiânico. Mas, após uma observação mais detalhada, tudo faz perfeito sentido. Eles compartilham das mesmas obsessões de ódio aos EUA e de amor pelo poder.

Chávez tem demonstrado sua dedicação em manter o poder destroçando seus oponentes, tomando o controle do Judiciário e da mídia, forçando emendas à constituição e cometendo repetidas fraudes nas eleições.

Enquanto isso, a campanha de sabotagem do WikiLeaks contra os EUA nos deu um relato em primeira mão sobre a magnitude da fraude eleitoral de Ahmadinejad.

Uma mensagem da Embaixada dos EUA no Turcmenistão, datada de 15 de junho de 2009, ou seja, três dias depois que Ahmadinejad roubou as eleições presidenciais iranianas, relata sobre uma conversação com uma fonte iraniana a respeito dos verdadeiros resultados das eleições. A fonte iraniana se referiu a elas como “um golpe de Estado”.

Ahmadinejad com Hugo Chávez e com Lula.

O regime declarou Ahmadinejad vencedor com 63% dos votos. De acordo com a fonte iraniana, ele recebeu menos que um quinto desse número. A mensagem foi expressa nos seguintes termos: “Baseados nos cálculos de observadores da campanha de Mousavi [o oponente Mir Houssain] que estavam presentes nas seções eleitorais em todo o país e que testemunharam a contagem dos votos, Mousavi recebeu aproximadamente 26 milhões (ou 61%) dos 42 milhões de votos depositados nas urnas na eleição da sexta-feira, seguido de Mehdi Karroubi (entre 10 e 12 milhões). (...) Ahmadinejad recebeu ‘no máximo de 4 a 5 milhões de votos’, sendo que os restantes foram dados a Mohsen Rezai”.

Não existe a possibilidade de ficar em cima do muro no confronto entre Irã e Israel. Os países da América Latina que defendem o Irã sempre o fazem em detrimento de suas relações com Israel. A Bolívia e a Venezuela cortaram suas relações diplomáticas com Israel em janeiro de 2009, depois de se colocarem ao lado do Hamas na Operação Chumbo Moldado. Em comentários feitos no site Hudson New York, Ricardo Udler, presidente da pequena comunidade judaica boliviana, disse que existe uma correlação direta entre o crescente relacionamento entre a Bolívia e o Irã e sua animosidade com relação a Israel. Nas palavras dele: “Cada vez que um funcionário iraniano chega à Bolívia, surgem comentários negativos contra o Estado de Israel e, logo a seguir, as autoridades bolivianas expedem um comunicado contra o Estado judeu”.

Udler também admoestou que “há informações de agências internacionais que indicam que o urânio da Bolívia e da Venezuela está sendo embarcado para o Irã”.

Isso aconteceu em outubro. Com o Irã parece que, se você está junto com ele por um centímetro, também estará junto por um quilômetro. Agora vimos que a Venezuela e o Irã estão juntos organizando e preparando mísseis balísticos de alcance médio na Venezuela, que serão capazes de atingir cidades americanas.

Não há nenhuma dúvida de que a aliança Venezuela-Irã e sua força crescente na América Latina podem ir bem longe para explicar a súbita urgência da América do Sul em reconhecer a “Palestina”. Mas há ainda mais a ser contado nessa história.

A tendência final que a mídia em Israel falhou em noticiar é o impacto que a política externa dos EUA na América do Sul e igualmente no Oriente Médio tem tido nas posições de nações como o Brasil e a Argentina com relação a Israel. Durante o governo Bush, a política dos EUA para a América Latina era um punhado incoerente de contradições. Por um lado, os EUA fracassaram em dar apoio aos oponentes de Chávez para derrubá-lo do poder quando tiveram a oportunidade em 2004. Os EUA falharam de forma semelhante por não apoiarem os democratas da Nicarágua em sua luta eleitoral contra o líder sandinista Daniel Ortega nas eleições de 2007. Por outro lado, os EUA promoveram, sim, fortes alianças com a Colômbia e com o Chile.

No governo Obama, a política americana para a América Latina tem se tornado mais direta. Os EUA deram as costas a seus aliados e estão dispostos a se humilhar para agradar seus adversários.

Em abril de 2009, o presidente americano Barack Obama ficou sentado durante 50 minutos ouvindo um violento discurso de Ortega na Cúpula das Américas. Depois ele foi atrás de Chávez para uma “sessão de fotos”. Em seu próprio discurso, Obama se distanciou da história dos EUA, dizendo: “Às vezes temos estado desengajados, e às vezes buscamos ditar nossos termos. Mas eu solicito a vocês que busquemos uma parceria de igualdade. Não existe um parceiro sênior e um parceiro júnior em nossos relacionamentos”.

Infelizmente, a tentativa de apaziguamento de Obama não fez bem algum. Em novembro de 2010 houve um incidente na fronteira entre a Nicarágua e a Costa Rica ao longo do rio San Juan. As forças de Ortega estão desobstruindo o rio como parte do projeto patrocinado pelo Irã para construírem um canal na Nicarágua, que seria rival do Canal do Panamá.

Até mesmo o embaixador de Obama em Manágua admite que Ortega permanece profundamente hostil aos EUA. Em uma mensagem de fevereiro de 2010, ilicitamente publicada pelo WikiLeaks, o embaixador Robert Callahan afirmou que a ofensiva de Ortega contra os EUA mostrava a “improbabilidade de prognosticar um Ortega novo e amistoso com quem poderemos trabalhar a longo prazo”.

Não foi simplesmente a recusa dos EUA em defender-se contra figuras como Chávez que fez com o [ex-]presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e a presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, se alinhassem com Chávez e com o Irã.

Eles também responderam aos sinais dos EUA em relação ao Irã e Israel.

A política de Obama de se envolver com o Irã e de aprová-lo não tem nenhuma chance de impedi-lo de obter armas nucleares. E exatamente como os árabes e os europeus, os sul-americanos sabem disso. Não há sombra de dúvida de que, ao menos em parte, o motivo de Lula assinar um acordo nuclear com Ahmadinejad e com Reccip Erdogan, da Turquia, na primavera passada, foi sua certeza de que os EUA não têm nenhuma intenção de impedir o Irã de obter armas nucleares.

Da persectiva de Lula, não existe motivo para participar da farsa americana de impedir o Irã de se tornar uma potência nuclear. Ele pode muito bem estar do lado vencedor. E, como Obama não se importa se o Irã vai vencer, ele vencerá.

Atentado contra a AMIA (Asociación Mutual Israelita Argentina) em Buenos Aires, no ano de 1994, onde morreram 85 pessoas e 300 ficaram feridas.

As mesmas regras se aplicam a Israel. Como os americanos, os árabes, os asiáticos e todo o mundo mais, os latino-americanos já observaram claramente que o único objetivo consistente da política externa de Obama é que ele quer forçar Israel a aceitar o hostil Estado palestino e a entregar todas as terras que controla desde 1967 para tipos como o chefe da OLP, Mahmoud Abbas, e para o ditador da Síria, Bashar Assad. Eles vêem que Obama se recusou a excluir a possibilidade de reconhecer o Estado palestino, mesmo que esse Estado seja proclamado sem que haja um tratado de paz com Israel. Isso significa que Obama não quer se comprometer a não reconhecer um Estado palestino que estará, de fato, em estado de guerra contra Israel.

A impressão de que Obama está completamente comprometido com a causa palestina foi reforçada, em vez de ser enfraquecida, pelo cancelamento do acordo Netanyahu-Clinton referente à proibição das construções de Israel na Judéia, em Samaria e em Jerusalém. O acordo era que Israel proibisse construções de judeus por um prazo adicional de 90 dias, em troca de uma garantia de que os EUA não solicitariam nenhuma outra futura proibição; apoiariam Israel no Conselho de Segurança da ONU por um tempo limitado, contra uma pressão palestina de declarar a independência sem que haja paz; e venderiam a Israel adicionalmente 20 jatos de combate F-35 em algum momento no futuro.

O acordo ruiu porque Obama não estava disposto a firmar esses compromissos por escrito, por insignificantes que pudessem ser. Isto quer dizer que o acordo caiu porque Obama não teria o menor compromisso de manter a aliança dos EUA com Israel.

Essa política sinaliza a países como o Brasil, a Argentina e o Uruguai que eles podem muito bem se unir a Chávez e ao Irã e voltar suas costas para Israel. Ninguém vai agradecer-lhes se ficarem atrás dos EUA em suas políticas pró-Irã e anti-Israel. Ao se moverem à frente dos EUA, eles obtêm os créditos devidos àqueles que metem seu dedo nos olhos de Washington.

Quando entendemos as tendências que levaram ao ato hostil da América Latina contra Israel, percebemos duas coisas. Primeiramente que, embora Israel poderia ter encontrado uma forma de atrasar a ação, provavelmente não poderia tê-la impedido. Em segundo lugar, dada a trajetória da política dos EUA, fica novamente óbvio que o único em quem Israel pode confiar para defender seus interesses – contra o Irã e igualmente contra os palestinos – é o próprio Israel. (Caroline Glick –www.carolineglick.com)

Do ponto de vista humano, a análise da autora é correta e clara: as nações, inclusive os EUA, não são confiáveis e todas se voltarão contra Israel. Só a conclusão final não é verdadeira: ao invés de confiar apenas em si mesmo, Israel deve esperar exclusivamente em Deus. Ele diz: “congregarei todas as nações e as farei descer ao vale de Josafá; e ali entrarei em juízo contra elas por causa do meu povo e da minha herança, Israel, a quem elas espalharam por entre os povos, repartindo a minha terra entre si” (Jl 3.2). “Esperai-me, pois, a mim, diz o Senhor, no dia em que eu me levantar para o despojo; porque a minha resolução é ajuntar as nações e congregar os reinos, para sobre eles fazer cair a minha maldição e todo o furor da minha ira...” (Sf 3.8). (http://www.beth-shalom.com.br)

28 janeiro 2011

A Igreja Emergente: a Laodicéia do Século 21? | Artigos | Chamada

A Igreja Emergente: a Laodicéia do Século 21?

“...haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2 Timóteo 4.3).

Parece que cada geração tem sua própria apostasia específica e, em alguns casos, até mesmo depois de um avivamento espiritual. A igreja do século 20 começou numa batalha pelos fundamentos da fé cristã. Durante aquele período, os evangélicos (i.e., cristãos da atualidade que crêem na Bíblia e que se constituem de fundamentalistas, separatistas e outros apaixonados amantes da Bíblia) experimentaram um crescimento sem precedentes. Mas então, muitos dos principais seminários começaram a se comprometer, fazendo concessões à filosofia pós-moderna do humanismo secular de nível superior. De 1920 a 1935, muitos líderes fundaram escolas cristãs, institutos bíblicos e seminários que geraram fiéis expositores da Bíblia e igrejas evangelizadoras que ganhavam almas para Cristo em todo o mundo. Infelizmente, vários jovens educadores ingressaram nas universidades seculares a fim de obter seu grau de PhD. Depois de se graduarem, tornaram-se professores de seminário no encargo de ensinar os candidatos ao ministério pastoral a pregarem as Escrituras, sendo que eles mesmos nunca tinham exercido o pastorado, nem haviam se dedicado à pregação. Uma das máximas essenciais do processo educacional é a de que “não se pode partilhar aquilo que não se possui”. O que se verifica com freqüência, nos dias atuais, é que pastores jovens se formam nos seminários, todavia conhecem muito pouco sobre a pregação expositiva, sobre as doutrinas fundamentais, sobre a evangelização e nem mesmo possuem as ferramentas necessárias para atuarem como pastores. Hoje em dia, é comum ver pastores, recém-formados num seminário, assumirem o ministério pastoral de uma igreja, sem nunca terem sido alunos de um professor de seminário que realmente tenha exercido o pastorado de uma igreja.

Além disso, a lavagem cerebral de nossos filhos feita dentro das escolas públicas pelos humanistas seculares, desde a pré-escola até o ensino superior (especialmente nos cursos de pós-graduação) tem produzido uma geração pós-moderna que é avessa aos absolutos morais, ao Evangelho que é o único caminho de salvação e à autoridade da Palavra de Deus. Muitos jovens que estudaram em faculdades cristãs já foram influenciados por essa moderna filosofia secular [N. do T.: Nos Estados Unidos há instituições de ensino fundamental, médio e superior que são mantidas por denominações e entidades evangélicas, cuja proposta de ensino e orientação educacional baseia-se em princípios bíblicos cristãos]. Até mesmo em algumas escolas cristãs de ensino fundamental e médio, é possível encontrar professores com formação acadêmica de orientação humanista, que propõem o ensino de uma filosofia secular dentro de um ambiente cristão. É espantoso verificar o grau de desconhecimento da Bíblia que a maioria dos calouros demonstra ao entrar numa faculdade cristã. O único antídoto para aqueles que sofreram essa lavagem cerebral humanista por muitos anos é uma genuína conversão a Cristo, acrescida de um tempo investido no estudo minucioso da Palavra de Deus.

Lavagem cerebral
A lavagem cerebral de nossos filhos feita dentro das escolas públicas pelos humanistas seculares, desde a pré-escola até o ensino superior (especialmente nos cursos de pós-graduação) tem produzido uma geração pós-moderna que é avessa aos absolutos morais, ao Evangelho que é o único caminho de salvação e à autoridade da Palavra de Deus.

A secularização da educação cristã fez com que muitos pastores jovens e sinceros se tornassem vulneráveis aos ensinos da igreja pós-moderna, ou como [seus membros] preferem se designar, “Igreja Emergente”. Esse movimento bebe da essência do antinomianismo, uma filosofia na qual os adeptos questionam mais a Bíblia e os fundamentos da fé do que o ensino e a influência anticristãs de sua formação educacional secular. Eles contam com o apoio de Hollywood, da mídia esquerdista e da música “heavy beat” que transmite mensagens antibíblicas num apelo às emoções, enquanto a mente é deixada de lado. Tal música pode, muitas vezes, apelar aos impulsos da carne e já invadiu as igrejas, onde muitos líderes eclesiásticos alegam que ela lhes presta um auxílio no processo de “crescimento da igreja”, tentando provar, com isso, que estão no “caminho certo”.

Entre os falsos ensinos que brotam da Igreja Emergente encontra-se uma forma não tão sutil de ataque à autoridade da Bíblia – um claro sinal de apostasia. Eles não mais afirmam: “Assim diz o Senhor” (apesar do uso dessa expressão por mais de duas mil vezes na Bíblia), por temerem que isso ofenda aquelas pessoas que apregoam a igualdade de todas as opiniões quanto ao seu valor. A Palavra de Deus não é mais interpretada por aquilo que realmente diz; em vez disso, é interpretada por aquilo que diz para você,desconsiderando, assim, o fato de que a formação educacional e a experiência de vida de uma pessoa podem influenciar a maneira pela qual ela interpreta as Escrituras, a ponto de levá-la irrefletidamente a um significado nunca planejado por Deus para aquele texto.

Alguns dão a entender que Jesus foi um “bom homem, até mesmo um bom exemplo, mas Deus?”. Disso eles não têm certeza. Outros relutam em chegar a tal ponto de questionamento, porque se Jesus não é Deus que “se fez carne”, então não temos um Salvador. Entretanto, há outros da Igreja Emergente que põem em dúvida o milagre da concepção virginal de Cristo, Sua morte substitutiva e expiatória, Sua ressurreição corporal e, obviamente, questionam mais de mil profecias bíblicas, tanto as que já se cumpriram, quanto as que ainda estão por se cumprir, as quais descrevem o maravilhoso plano de Deus para o nosso futuro eterno. Uma indicação da situação em que eles realmente se encontram é evidenciada pelas declarações de um dos seus principais líderes (que é chamado de evangélico), “apesar dele agrupar a série de livros Deixados Para Trás na mesma categoria de O Código DaVinci”.[1] Uma afirmação dessas, vinda de um dos líderes da Igreja Emergente, revela o grau de confusão ou de dolo a que eles de fato chegaram. Ou ele está confuso (iludido) quanto às mentiras gnósticas ocultistas que dominam o enredo de O Códico Da Vinci, ou rejeita, intencionalmente, a interpretação literal da Bíblia que é o fundamento da série Deixados Para Trás, baseada no livro de Apocalipse. Não temos nenhuma dúvida ao afirmar que os líderes da “Igreja Emergente” não crêem no arrebatamento pré-tribulacionista, porque não aceitam a divina inspiração e autoridade da Bíblia.

Os mestres pós-modernos que se denominam “evangélicos”, embora neguem a “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas 3), são bem rápidos em falar o que eles e outros filósofos heréticos pensam, porém, raramente dizem o que Deus deixou registrado por escrito em Sua biblioteca de sessenta e seis livros, a Bíblia. Eu, particularmente, creio que eles, na verdade, são hereges, apóstatas e lobos “disfarçados em ovelhas”. Devido ao fato do cristianismo liberal ter caído no vácuo do descrédito e das igrejas liberais terem ficado vazias, eles agora fazem uma tentativa de re-empacotar sua teologia sob a forma de pós-modernismo. Na realidade, a maior parte desses conceitos não passa daquilo que costumava ser chamado de modernismo ou liberalismo, ainda que expressos com uma terminologia pós-moderna.

Divina Inspiração
Os líderes da “Igreja Emergente” não crêem no arrebatamento pré-tribulacionista, porque não aceitam a divina inspiração e autoridade da Bíblia.

É difícil obter deles informações quanto ao que realmente crêem, mas eles sabem, muito bem, que não crêem nos fundamentos da fé bíblica. Já é hora de chamarmos a atenção das igrejas para o fato de que tais pessoas são hereges e falsos mestres que“não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça” (2 Tessalonicenses 2.12), tal como Judas escreveu nos versículos 17 e 18 de sua epístola: “Vós, porém, amados, lembrai-vos das palavras anteriormente proferidas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo, os quais vos diziam: No último tempo, haverá escarnecedores, andando segundo as suas ímpias paixões”.

A mensagem do Espírito Santo dirigida à igreja de Laodicéia se enquadra perfeitamente à realidade deles: “Ao anjo da igreja de Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que de mim compres outro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Apocalipse 3.14-22).

Minha expectativa de que a verdadeira igreja evangélica assumisse sua posição “em alto e bom som” contra essa nova forma pós-moderna de apostasia, concretizou-se, recentemente, num simpósio de nosso Pré-Trib Study Group [Grupo de Pesquisas Pré-Tribulacionistas], ocorrido no final de 2006. Foram proferidas várias palestras excelentes que expuseram os erros desse novo movimento. Quase que simultaneamente recebi um exemplar do periódicoThe Master’s Seminary Journal [Jornal do Seminário Master’s] que também desmascarava esse movimento através de artigos escritos pelo Dr. John MacArthur e pelo Dr. Richard Mayhue, dentre outros articulistas. Em seguida, chegaram informações de que o Dr. John MacArthur está escrevendo um livro sobre o assunto. Certamente será uma obra completa, de modo que nos ajudará a confrontar essa heresia moderna pelas Escrituras, tal como somos expressamente orientados a fazer nestes últimos dias (i.e., “[provar] os espíritos se procedem de Deus”, 1 João 4.1). Pastores inexperientes e mal alicerçados na Palavra de Deus estão sendo influenciados por essa forma atual de apostasia. Se tais pastores, porventura, comprarem essas idéias nitidamente heréticas, levarão suas igrejas ao desvio da verdade, através de falsos ensinamentos. Se líderes cristãos proeminentes e bem conhecidos não se opuserem abertamente a essa distorção apóstata, é muito provável que se cumpram, negativamente, as palavras desta profecia: “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Lucas 18.8).

Ao procurar uma igreja para sua família, certifique-se de avaliá-la pela importância que dá à Palavra de Deus. Você se lembra daqueles judeus “de Beréia”? Eles pesquisavam diariamente nas Escrituras para saber se os ensinamentos de Paulo e Silas eram legítimos e coerentes: “Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim” (Atos 17.11). (Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)

Nota:

Aquecimento Global - A última chance para salvar o planeta? | Artigos | Chamada

Aquecimento Global - A última chance para salvar o planeta?

Muitos têm alertado a respeito do alto custo do aquecimento global para a humanidade. Os jornais e os noticiários de TV estão cheios de previsões tenebrosas sobre o colapso da economia mundial: milhões morrerão ou serão desalojados em virtude de secas, fomes e inundações, enquanto Londres, Nova York e Tóquio, juntamente com outras cidades litorâneas, afundarão nos mares cujo nível subirá. Um relatório também predisse que todos os frutos do mar estarão extintos em cinqüenta anos.

A respeito desse panorama há diversas possibilidades. As principais são:

1. O aquecimento global é real e causado pela atividade humana (queima de combustíveis fósseis – carvão, petróleo e gás, queima das florestas tropicais, etc.). Por isso, os governos devem tomar medidas urgentes para salvar o mundo da catástrofe.

2. O aquecimento global é real mas não se tem certeza sobre as causas. Pode tratar-se de atividade solar e parte de um ciclo de aquecimento e esfriamento das temperaturas na Terra. Nesse caso, não há nada que os governos possam fazer a respeito.

3. O aquecimento global é um engano usado por aqueles que querem implantar um governo mundial. Eles estão tentando amedrontar as pessoas para que se submetam aos seus planos.

Vamos analisar essas questões:

1. O aquecimento global é real e causado pela atividade humana

De acordo com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC), apoiado pe la ONU , as temperaturas globais poderão aumentar entre 1,4° C e 5,8° C entre 1990 e 2100. O aumento das temperaturas, por sua vez, poderá provocar outras mudanças, inclusive o aumento do nível dos oceanos, a quantidade e o padrão das chuvas. É possível que essas alterações aumentem a freqüência e intensidade de eventos meteorológicos extremos como inundações, secas, ondas de calor, furacões e tornados. Outras conseqüências incluem reduções na produção agrícola, diminuição das geleiras, redução das correntes de verão, extinção de um grande número de espécies e o aumento de organismos transmissores de doenças.

Em seu congresso de 2003, a Sociedade Meteorológica Americana adotou uma declaração que dizia:

As atividades humanas tornaram-se uma fonte destacada de mudanças ambientais. Muito urgente é [considerar] as conseqüências da abundância crescente de gases de estufa na atmosfera... Como os gases de estufa continuam aumentando, estamos, na realidade, realizando uma experiência climática global, que não foi planejada nem é controlada, cujos resultados poderão apresentar desafios sem precedentes ao que conhecemos e prevemos. Eles também poderão ter impacto significativo sobre nossos sistemas naturais e sociais. Trata-se de um problema de longo prazo que requer uma perspectiva de longo prazo. Importantes decisões aguardam os atuais e futuros líderes nacionais e mundiais.

Tony Blair, ex-primeiro-ministro britânico.

Manifestações para salvar o planeta têm sido realizadas ao redor do mundo. Em Londres, um evento organizado pela “Stop Climate Chaos” exigiu que o governo aja contra a ameaça do aquecimento global. O primeiro-ministro inglês Tony Blair declarou que se trata “do mais importante relatório sobre o futuro publicado pelo meu governo”. Angela Merkel, a chanceler da Alemanha, disse-lhe que enfrentar a questão das mudanças climáticas será uma prioridade para a presidência alemã do G8 (grupo das nações industrializadas) em 2007. A secretária do Exterior do Reino Unido, Margaret Beckett, disse num encontro em Nova Delhi que o subcontinente indiano poderá enfrentar uma combinação de secas e elevações do nível do mar – que devastarão as colheitas de cereais e forçarão milhões a fugir dos seus lares – como resultado da elevação das temperaturas globais.

2. O aquecimento global é real mas pode ser causado pelo sol

Atualmente, o sol se encontra no ponto mais alto de atividade em 300 anos. Esse ciclo poderá ser seguido por um esfriamento e uma mini era do gelo.

Uma minoria de cientistas está afirmando que as mudanças climáticas, tais como o aquecimento global, são causados por alterações no sol e não devido à liberação de gases de estufa na Terra. O sol fornece toda a energia que movimenta nosso clima, mas ele não é a estrela constante que pode parecer. Estudos cuidadosos durante os últimos vinte anos mostram que seu brilho geral e a energia desprendida aumentam levemente à medida que sobe a atividade das manchas solares até seu ponto mais alto em um ciclo de onze anos. Atualmente, o sol se encontra no ponto mais alto de atividade em 300 anos. Esse ciclo poderá ser seguido por um esfriamento e uma mini era do gelo.

3. O aquecimento global é um engano

Há aqueles que são ainda mais céticos nessa questão. Christopher Monckton escreveu um artigo intitulado “Caos climático? Não acredite” no jornal britânico The Sunday Telegraph em que começou sugerindo que “o pânico provocado em torno das mudanças climáticas é menos relacionado com a intenção de salvar o planeta do que com a ‘criação de um governo mundial’, conforme a preocupante afirmação de Jacques Chirac”.

Ele apresenta evidências, mostrando como a ONU falsificou informações acerca do problema através da sua agência, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (PIMC). Monckton cita David Deming, um geocientista da Universidade de Oklahoma (EUA), que escreveu um artigo avaliando as temperaturas na América do Norte através de dados de perfurações. Isso lhe deu credibilidade com o PIMC, que lhe pediu que participasse de suas pesquisas. Deming afirma: “Eles pensaram que eu era um deles, alguém que iria perverter a ciência a serviço de causas sociais ou políticas. Um deles abaixou a guarda: um destacado pesquisador na área do aquecimento global enviou-me um surpreendente e-mail, que dizia: ‘temos que nos livrar do período de calor da Idade Média”’.

O período de calor da Idade Média é um fato bem documentado da história, mostrando que na época as temperaturas eram em torno de 3°C mais elevadas do que atualmente. De acordo com o artigo de Monckton:

Então não havia geleiras nos Andes ; hoje elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia; hoje elas estão cobertas de gelo permanente. Havia pouco gelo no Polo Norte, uma esquadra chinesa circunavegou o Ártico em 1421 e não o encontrou. Dados de 6.000 perfurações em todo o mundo indicam que as temperaturas globais eram mais elevadas na Idade Média do que agora.

De acordo com o artigo de Monckton: “...não havia geleiras nos Andes; hoje elas existem. Havia fazendas dos vikings na Groenlândia; hoje elas estão cobertas de gelo permanente.”

Após esse período, as temperaturas caíram bem abaixo dos níveis atuais. Nos séculos XVII e XVIII ocorreu a “Pequena Era do Gelo”, quando o Tâmisa, junto à ponte de Londres, congelou de maneira tão sólida que uma Feira de Inverno foi realizada em 1607 com um conjunto de tendas sobre o próprio rio, oferecendo uma série de diversões, inclusive boliche sobre o gelo.

O relatório original do PIMC, publicado em 1996, apresentava um gráfico dos últimos mil anos, mostrando corretamente que as temperaturas na Idade Média tinham sidos mais altas que as atuais. Mas o relatório de 2001 continha um novo gráfico sem qualquer indicação de um período de calor medieval, indicando temperaturas uniformes até o começo da Era Industrial. Esse gráfico mostrava incorretamente que o século XX foi o mais quente dos últimos mil anos. Essa informação mostra que a história está sendo deliberadamente falsificada por uma agência da ONU.

Aquecimento global e governo mundial

Também é possível que haja um elemento de verdade em todas as três possibilidades. O aquecimento global pode ser causado parcialmente pela atividade humana e em parte pelo sol. Com certeza, ele está sendo usado para promover a idéia de que a governança mundial apoiada pe la ONU é a solução do problema. Quer seja real ou não, trata-se de uma questão ideal para unir as nações. É possível argumentar que nenhuma nação por si mesma pode resolver o problema e que, se ele não for solucionado, todos morreremos. É necessário que as nações trabalhem juntas para evitar isso. A ameaça também pode ser usada para dar aos governos desculpas para impor impostos mais elevados e exercer maior controle sobre a população...

Em seu artigo, Christopher Monckton referiu-se a uma afirmação do presidente francês, Jacques Chirac, que relacionou a preocupação ambiental com um plano de governo mundial. Chirac escreveu um artigo para a revista New Scientist (19/5/05) sobre a necessidade de cuidar do meio ambiente, dizendo: “esse esforço deveria concentrar-se em estabelecer agovernança ambiental global, algo que a França defende incansavelmente, em particular com sua proposta de criar uma organização ambiental da ONU, que será discutida pelos líderes mundiais na cúpula da ONU em Nova York em setembro”. Em um discurso anterior no Encontro da ONU sobre Mudanças Climáticas em Haia (20/11/2000), ele afirmou: “Pela primeira vez, a humanidade está instituindo um que a França e a União Européia gostariam de ver criada”. (ênfase do autor).

É interessante que existe agora um consenso de opiniões sobre essa questão, favorecendo a agenda verde, nos três principais partidos do Reino Unido. Esse consenso é compartilhado pelos poderes que dominam a União Européia. Com os Democratas em ascensão nos EUA, é provável que as questões ambientais serão mais importantes que a “Guerra ao Terror”. Se a Rússia, a China, o Japão e a Índia puderem ser persuadidos a participar, a pressão para impor algum tipo de solução global para o problema poderá ser irresistível para o resto do mundo.

O meio ambiente – uma questão espiritual

É verdade que a Terra é um todo interdependente, que foi criado por Deus como “muito bom” (veja Gênesis 1.31). Tudo que é necessário para a vida é mantido em delicado equilíbrio no único planeta em que podemos viver.

Também é interessante que existe uma idéia semi-religiosa relacionada a tudo isso – a controvertida Teoria Gaia, denominada assim por causa da deusa da Terra dos antigos gregos. Essa teoria foi desenvolvida pelo cientista britânico James Lovelock durante a década de 1960, enquanto ele trabalhava no Projeto Viking, analisando a possibilidade de vida em Marte. Enquanto analisava o que sustinha a vida na Terra e observava a atmosfera terrestre, com seu delicado equilíbrio de oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, metano e resquícios de outros elementos, ele teve a idéia de que a Terra era um todo vivo e interdependente, capaz de controlar a si mesmo e de eliminar ameaças, da mesma maneira que um corpo lida com doenças e traumas.

De acordo com essa idéia, a Terra é um sistema vivo imenso e eternamente interativo – um planeta vivo, flutuando no espaço, e cada parte do seu grandioso mecanismo afeta todos os outros, tanto para o bem como para o mal. A Terra teria certos órgãos especialmente importantes, como as florestas tropicais e os pântanos, que seriam mais importantes para o meio ambiente do que outras partes do sistema. Usando a comparação com o corpo humano, seria possível perder uma parte menor, como um dedo, e sobreviver, mas se você perder uma parte essencial, como os pulmões, você está morto. Desse modo, a Terra poderia sobreviver apesar de perder algumas espécies animais em virtude do descuido humano com o meio ambiente, mas se um órgão vital estiver ameaçado ela teria de reagir contra a interferência humana ou morrer.

Em certos grupos do movimento ambientalista está sendo difundida a idéia de que as catástrofes que atingem a Terra são o resultado de Gaia alertando a humanidade, para que esta pare de destruir o único planeta em que podemos viver. Em outras palavras, Gaia poderá agir para trazer uma espécie de juízo sobre a humanidade por descuidar do planeta. De acordo com essa visão, as catástrofes são a maneira da Terra combater a degradação do planeta por parte da humanidade. Isso conduz à visão da Nova Era de que devemos retornar à unidade com o planeta e com os outros seres humanos para salvar o planeta.

As catástrofes afetando a Terra irão aumentar nos dias finais desta era. Jesus disse a respeito dos tempos anteriores à Sua Segunda Vinda: “haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu...”

A Bíblia ensina um conceito diferente: que o Deus Todo-Poderoso, que criou a Terra e deu à humanidade a tarefa de cuidar dela, está falando através desses eventos, que Ele até predisse há séculos por meio dos profetas e do Senhor Jesus. É verdade que a Terra é um todo interdependente, que foi criado por Deus como “muito bom” (veja Gênesis 1.31). Tudo que é necessário para a vida é mantido em delicado equilíbrio no único planeta em que podemos viver. A distância da Terra até o Sol, a atmosfera, o ciclo das águas, a camada de solo para plantio, tudo está exatamente certo para sustentar a vida. A idéia evolucionária de que tudo se originou através de um acidente cósmico é tão provável como a possibilidade de que o computador em que estou escrevendo este artigo é o resultado de átomos que se juntaram ao acaso. Um projeto exige a existência de um projetista e a criação exige um Criador. Há abundantes evidências, para aqueles que querem entender, de que Deus, como Criador, e não a evolução pelo acaso, tem a resposta para a pergunta donde viemos.

Conforme o relato do Gênesis, a humanidade teria “domínio” sobre a Terra, não no sentido de saqueá-la, mas de cuidar dela e das suas criaturas (Gênesis 1.26-28, Salmo 8), em harmonia com Deus, nosso Criador. Porém, a desobediência humana a Deus causou a degradação da Terra, inicialmente com a queda (Gênesis 3) e depois com o dilúvio (Gênesis 6-8), estragando a criação original “muita boa”.

Quando vamos para o outro extremo da escala de tempo bíblica e analisamos os eventos do fim dos tempos, fica claro que as catástrofes afetando a Terra irão aumentar nos dias finais desta era. Jesus disse a respeito dos tempos anteriores à Sua Segunda Vinda: “haverá grandes terremotos, epidemias e fome em vários lugares, coisas espantosas e também grandes sinais do céu... Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados” (Lucas 21.11,25-26).

Qualquer que seja a verdade sobre o aquecimento global, trata-se de uma questão que tem o potencial de levar o mundo em direção ao governo mundial profetizado em Apocalipse 13. Aquele que apresentar uma solução para esse problema certamente será saudado como salvador que oferecerá “paz e segurança” e será adorado pelo mundo como o novo messias.

Tempestades tropicais que provocam ondas gigantescas e devastam regiões costeiras estão aumentando em ferocidade, algo que muitos cientistas estão relacionando com as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Em Isaías 24 há uma passagem apocalíptica que trata da destruição causada por eventos impressionantes nos últimos dias desta era, quando cidades serão devastadas e seus habitantes espalhados: “Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna” (Isaías 24.5).

É interessante que Isaías 24.16 também se refere aos “pérfidos” que “tratam mui perfidamente”. Isso estabelece uma relação entre a questão ambiental e os que a utilizam para objetivos pérfidos (isto é, o governo mundial do Anticristo).

As profecias da Bíblia advertem que no futuro haverá um tempo de dificuldades, com intenso calor, vegetação queimada e águas contaminadas, como também violentas tempestades e desastres naturais, trazendo fomes, epidemias e morte: “O primeiro anjo tocou a trombeta, e houve saraiva e fogo de mistura com sangue, e foram atirados à terra. Foi, então, queimada a terça parte da terra, e das árvores, e também toda erva verde. O segundo anjo tocou a trombeta, e uma como que grande montanha ardendo em chamas foi atirada ao mar, cuja terça parte se tornou em sangue, e morreu a terça parte da criação que tinha vida, existente no mar, e foi destruída a terça parte das embarcações. O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha. O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas” (Apocalipse 8.7-11).

Longe de solucionar o problema, o governo mundial anticristão dos tempos finais conduzirá o mundo às margens da destruição. Somente o retorno do
Senhor Jesus Cristo salvará a Terra.

O Apocalipse fala de um tempo em que “o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com fogo...” (Apocalipse 16.8).Depois, “Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram...” (Apocalipse 16.12) e“sobrevieram relâmpagos, vozes e trovões, e ocorreu grande terremoto, como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra; tal foi o terremoto, forte e grande” (Apocalipse 16.18).

Qualquer que seja a verdade sobre o aquecimento global, trata-se de uma questão que tem o potencial de levar o mundo em direção ao governo mundial profetizado em Apocalipse 13. Aquele que apresentar uma solução para esse problema certamente será saudado como salvador que oferecerá “paz e segurança” e será adorado pelo mundo como o novo messias.

Longe de solucionar o problema, o governo mundial anticristão dos tempos finais conduzirá o mundo às margens da destruição. Somente o retorno do Senhor Jesus Cristo salvará a Terra. Após Sua volta, ela será miraculosamente restaurada e voltará a ser um lugar fértil e belo, capaz de suprir as necessidades dos povos durante o reino milenar de Jesus, quando“...a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11.9). (Tony Pearce, Light for The Last Days - http://www.chamada.com.br)

Lascívia na Igreja