31 março 2018

Papa pede vergonha e esperança para humanidade



Sob um forte esquema de segurança antiterrorismo, o papa Francisco presidiu na noite desta sexta-feira (30) a Via Crucis, tradicional rito das celebrações de Páscoa, no Coliseu de Roma. "Olhe para o Cristo Crucificado, n'Ele brota a esperança que dura para a vida eterna", escreveu o líder católico no Twitter momentos antes de se dirigir ao monumento.   
Durante a cerimônia, que teve início às 21h15 (horário local) e reuniu cerca a de 20 mil fiéis, o Papa pediu "vergonha para quem, mesmo na Igreja, perdeu a dignidade" e esperança para a humanidade. 
+ Papa celebra Paixão de Cristo e ressalta valor dos jovens
"Sentimos a vergonha de ter escolhido o poder e não você, a aparência e não você, o deus dinheiro e não você, a mundanidade e não a eternidade", ressaltou o Pontífice. 
Para Francisco, "as pessoas e até mesmo alguns de seus ministros se deixam enganar pela ambição e pela vaidade, perdendo sua dignidade e seu primeiro amor".   
Em sua oração, Jorge Mario Bergoglio também expressou "vergonha porque nossas gerações estão deixando aos jovens um mundo fraturado por divisões e guerras, um mundo devorado pelo egoísmo, onde jovens, crianças, doentes e idosos são marginalizados".   
Além disso, ele ressaltou a "vergonha de ter perdido a vergonha". A Via Crucis revive as etapas do calvário de Jesus, de sua condenação à morte até sua crucificação e sepultura. Entre as pessoas que carregaram a cruz estão uma família síria de cinco pessoas de Damasco e freiras dominicanas do Iraque.    Neste ano, os textos das meditações nas 14 estações da procissão foram escritos por 15 jovens entre 16 e 27 anos. Esta é a primeira vez que as mensagens são feitas por adolescentes.   
Nos últimos meses, o Papa tem feito diversos alertas para a juventude, considerando que os jovens são os principais descartados da atualidade, mas, ao mesmo tempo, a esperança para uma humanidade melhor.   
"Continuem a consagrar suas vidas tornando-se exemplos vivos de caridade e gratuidade neste nosso mundo, devorado pela lógica do lucro e do lucro fácil", alertou.   
Francisco acrescentou que os jovens são "a esperança de tantos missionários e os missionários continuam, ainda hoje, a desafiar a consciência adormecida da humanidade arriscando suas vidas para servir os pobres, os descartados, os imigrantes, os invisíveis, os explorados, os famintos e os presos".   
A igreja, santa e composta de pecadores, continua, ainda hoje, apesar de todas as tentativas de desacreditá-la. Ela é uma luz que ilumina, encoraja, suscita e presencia o seu amor ilimitado pela humanidade. Um modelo de altruísmo, uma arca de salvação e uma fonte de certeza e verdade", acrescentou.   
Por fim, o Santo Padre lembrou da "cobiça e covardia de tantos advogados e hipócritas". "Ajude-nos a despir-se da arrogância, da míope e corrupta que viu em você uma oportunidade de ser explorado". Após encerrar a oração, o papa Francisco saudou os jovens autores dos textos das meditações e a professora que coordenava o grupo, Andrea Monda. Com informações da ANSA.
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Vídeo: Conflito na fronteira entre Gaza e Israel deixa mortos (Via AFP)
Sob um forte esquema de segurança antiterrorismo, o papa Francisco presidiu na noite desta sexta-feira (30) a Via Crucis, tradicional rito das celebrações de Páscoa, no Coliseu de Roma. "Olhe para o Cristo Crucificado, n'Ele brota a esperança que dura para a vida eterna", escreveu o líder católico no Twitter momentos antes de se dirigir ao monumento.   
Durante a cerimônia, que teve início às 21h15 (horário local) e reuniu cerca a de 20 mil fiéis, o Papa pediu "vergonha para quem, mesmo na Igreja, perdeu a dignidade" e esperança para a humanidade. 
"Sentimos a vergonha de ter escolhido o poder e não você, a aparência e não você, o deus dinheiro e não você, a mundanidade e não a eternidade", ressaltou o Pontífice. 
Para Francisco, "as pessoas e até mesmo alguns de seus ministros se deixam enganar pela ambição e pela vaidade, perdendo sua dignidade e seu primeiro amor".   
Em sua oração, Jorge Mario Bergoglio também expressou "vergonha porque nossas gerações estão deixando aos jovens um mundo fraturado por divisões e guerras, um mundo devorado pelo egoísmo, onde jovens, crianças, doentes e idosos são marginalizados".   
Além disso, ele ressaltou a "vergonha de ter perdido a vergonha". A Via Crucis revive as etapas do calvário de Jesus, de sua condenação à morte até sua crucificação e sepultura. Entre as pessoas que carregaram a cruz estão uma família síria de cinco pessoas de Damasco e freiras dominicanas do Iraque.    Neste ano, os textos das meditações nas 14 estações da procissão foram escritos por 15 jovens entre 16 e 27 anos. Esta é a primeira vez que as mensagens são feitas por adolescentes.   
Nos últimos meses, o Papa tem feito diversos alertas para a juventude, considerando que os jovens são os principais descartados da atualidade, mas, ao mesmo tempo, a esperança para uma humanidade melhor.   
"Continuem a consagrar suas vidas tornando-se exemplos vivos de caridade e gratuidade neste nosso mundo, devorado pela lógica do lucro e do lucro fácil", alertou.   
Francisco acrescentou que os jovens são "a esperança de tantos missionários e os missionários continuam, ainda hoje, a desafiar a consciência adormecida da humanidade arriscando suas vidas para servir os pobres, os descartados, os imigrantes, os invisíveis, os explorados, os famintos e os presos".   
A igreja, santa e composta de pecadores, continua, ainda hoje, apesar de todas as tentativas de desacreditá-la. Ela é uma luz que ilumina, encoraja, suscita e presencia o seu amor ilimitado pela humanidade. Um modelo de altruísmo, uma arca de salvação e uma fonte de certeza e verdade", acrescentou.   
Por fim, o Santo Padre lembrou da "cobiça e covardia de tantos advogados e hipócritas". "Ajude-nos a despir-se da arrogância, da míope e corrupta que viu em você uma oportunidade de ser explorado". Após encerrar a oração, o papa Francisco saudou os jovens autores dos textos das meditações e a professora que coordenava o grupo, Andrea Monda. Com informações da ANSA.
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29 março 2018

A Pascoa onde tudo começou

Thomas C. Simcox
De todas as celebrações de Pessach (a Páscoa judaica), apenas uma foi a verdadeira. Ela aconteceu mais de 34 séculos atrás, quando o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó estava fazendo os preparativos para libertar Seu povo escolhido da escravidão no Egito.
O Senhor havia enviado Moisés e seu irmão Arão a Faraó para exigir que fosse permitido aos israelitas irem para o deserto a fim de adorá-lO. Faraó se recusou a dar a permissão. Então, Deus atacou o Egito com nove pragas devastadoras. Mesmo assim, Faraó ainda se recusou a permitir que os israelitas deixassem o Egito.
Então, Deus falou a Moisés: “Ainda mais uma praga trarei sobre Faraó e sobre o Egito. Então, vos deixará ir daqui; quando vos deixar, é certo que vos expulsará totalmente” (Êxodo 11.1).
Deus, como sempre, fez como havia prometido. A décima praga é a chave para o feriado de Pessach porque envolve o cordeiro pascal.
A décima praga foi a morte de todos os primogênitos machos, tanto seres humanos quanto animais. E, diferentemente das nove pragas anteriores, que nunca afetaram Gósen, onde moravam os israelitas, essa praga afetaria a todos.
O Senhor também usou a décima praga para ensinar aos israelitas o princípio bíblico da redenção por meio de um substituto. Ele disse a Moisés: “Consagra-me todo primogênito; todo que abre a madre de sua mãe entre os filhos de Israel, tanto de homens como de animais, é meu” (Êxodo 13.2). Se os israelitas deixassem de seguir as instruções de Deus, esses primogênitos morreriam, juntamente com os primogênitos dos egípcios.
Deus disse aos israelitas que escolhessem um cordeiro ou um cabrito, macho, jovem, (um por família), no décimo dia do mês de nisan e observassem seu cordeiro durante três dias para se assegurarem de que ele era “sem defeito” (Êx 12.5). Depois, as instruções foram: “e o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o imolará no crepúsculo da tarde. Tomarão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem” (Êxodo 12.6-7).
O Senhor também lhes disse: “naquela noite, comerão a carne assada no fogo; com pães asmos e ervas amargas a comerão. Não comereis do animal nada cru, nem cozido em água, porém assado ao fogo: a cabeça, as pernas e a fressura” (Êxodo 12.8-9).
Deus não estava interessado nas preferências pessoais deles com relação ao preparo dos alimentos. Os cordeiros deveriam ser preparados de acordo com o que Deus falasse, e nada dos animais deveria ser guardado. “Nada deixareis dele até pela manhã; o que, porém, ficar até pela manhã, queimá-lo-eis” (Êxodo 12.10).
Naquela noite, com o sangue na verga de suas portas, o povo judeu sentou-se em suas casas e comeu o cordeiro pascal. Eles não deveriam sair das casas. Quando Deus via o sangue nas portas, Ele protegia aquela família do destruidor que passou pela terra à meia-noite (Êx 12.29). Onde não havia sangue, os primogênitos machos daquelas famílias do Egito, inclusive a do Faraó, morreram.
O julgamento deu a vitória ao Deus de Israel e expôs a impotência dos ídolos e falsos deuses do Egito.
Os elementos-chave da Páscoa original eram o cordeiro assado, ervas amargas e pão sem fermento. Os sêderes (ceias pascais) de hoje são muito diferentes. O cordeiro é substituído pelo osso da canela (parte da perna abaixo do joelho) de um cordeiro, chamado zerah em hebraico. As ervas amargas permanecem, bem como o pão sem fermento (matzoh). Mas outros elementos foram acrescentados, e o feriado foi transformado de um tempo sóbrio de apreensão em uma celebração alegre de libertação.

Embora hoje Pessach seja substancialmente diferente da observação original, ela ainda aponta claramente para o profundo amor de Deus por Israel e a libertação física que Ele proporcionou ao povo judeu.
A principal mensagem de Pessach,logicamente, é a redenção. É sobre o plano de Deus para redimir Israel da escravidão. Todavia, ela contém paralelos maravilhosos para a cristandade:
1. O cordeiro foi observado durante três dias para se certificarem de que ele era perfeito, sem nenhum defeito. Jesus foi cuidadosamente observado durante Seus três anos de ministério na terra e foi declarado inocente pelo governador romano, Pôncio Pilatos, que afirmou: “eu não acho nele crime algum” (Jo 19.6). João Batista, um levita, disse de Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!‘ (João 1.29).
2. Imediatamente após a Páscoa, é celebrada a festa de sete dias dos Pães Asmos (sem fermento). Na Bíblia, o fermento representa o pecado. Portanto, durante estes sete dias, o povo judeu observador da Lei se abstém de comer todos os produtos que contêm um agente levedador, como o fermento. A Escritura ensina que Jesus, o Deus-Homem, era perfeito – sem defeito, sem pecado – tornando-se o perfeito sacrifício para um Deus santo e justo.
3. Finalmente, vem o feriado dos Primeiros Frutos (Primícias, Lv 23.9-14). De acordo com a Bíblia, essa festa deveria ser observada “no dia imediato ao sábado” (Levítico 23.12). Embora haja algum desacordo quanto ao que essa instrução significa, a festa das Primícias claramente cai durante Pessach. No cristianismo, essa festa é associada à ressurreição de Cristo. Como escreveu o Apóstolo Paulo:
Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo” (1 Coríntios 15.20-22).
Embora hoje Pessach seja substancialmente diferente da observação original, ela ainda aponta claramente para o profundo amor de Deus por Israel e a libertação física que Ele proporcionou ao povo judeu. É também um lindo quadro de Seu amor pela humanidade por meio da provisão vinda de Deus, que é Jesus, o Cordeiro Pascal, cuja morte e ressurreição proporcionam libertação espiritual da escravidão do pecado a todos aqueles que nEle colocam sua fé. (Thomas C. Simcox — Israel My Glory — Chamada.com.br)

26 março 2018

Bispo e padres são presos acusados de desviar recursos na Igreja Católica em Goiás

Jesus disse:
"Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.
Mateus 6:24

O grande problema da humanidade esta aqui , homens que se dizem crentes em Deus mas na verdade são falsos como qualquer outro, que não crer , o problema esta na verdade na formação do carater da pessoa .
No mundo temos dois tipos de pessoas , umas boas e outras más, o que vemos hoje é uma corrida de quem quer ser o mais esperto o mais rico e ai caímos em um lodo fedorento chamado corrupção , onde nosso país esta navegando tipo um submarino que não consegue mais sair a superfície e procurar águas limpas.
Jesus também disse :Continue o injusto a praticar injustiça; continue o imundo na imundícia; continue o justo a praticar justiça; e continue o santo a santificar-se”.
Eis que venho em breve! A minha recompensa está comigo, e eu retribuirei a cada um de acordo com o que fez. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim.” (Apocalipse 22:11-13)
O que padres bispos e pastores estão fazendo exatamente isso , estão amando o dinheiro mais que suas próprias vidas , deixando seus rebanhos passarem fome enquanto falam ou vomitam coisas que não libertam mas cada dia aprisionam cada vez mais .
Estes dias parei para ver um culto de uma denominação aqui do Brasil e fiquei abismado pois durante duas horas o que ouvi no total foi pedição de dinheiro , apalavra foi de cunho para o sentimental das pessoas e o pastor presidente desta denominação simplesmente esqueceu sua primordial missão, que é pregar o evangelho e mostrou o quanto estava devendo e quanto as pessoas que ali estavam deveriam doar .
Você acha que isso é evangelho? estes padres caem no mesmo erro pensando em lucrar, eles não tem esposas nem filhos  isso na maioria mas resolveram enriquecer  ilicitamente.
Pastores  devem pregar a palavra que liberta e salva do pecado, que alivia dores e tira o homem de seus pecados ,mas esqueceram disso e passam ha ter ambições de ter uma vida de luxo.
Estamos vivendo os últimos dias da igreja na terra .

Lascívia na Igreja